Íntimo ínfimo todo diferente,
Tudo igual num infinito único
Único íntimo, ínfimo do todo
Todo, do tudo igual, não do todo diferente
E lá vão as pessoas com suas digitais
Câmaras de gás nos próprios pulmões
Inúmeras megas richas
Nenhuma linguagem contundente
Nada mais me ofende, eu não existi até agora,
Não é perto da aurora que vou insistir
Não tenho que conhecer a praça dos meus limites
Se posso ficar cego e ver toda a cidade
Ouvidos de morcego convidativo,
Passo meu indivíduo para uma região
Que julgo ser a verdadeira,
Mesmo que lá eu me veja com cegueira.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
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